*Sim, eu estava em um congresso de Yoga no melhor spa da Grécia.

Mais uma vez me deparei com uma obra tão grandiosa, e de uma beleza tão intrínseca, que eu provavelmente terei dificuldade em falar sobre. Para quem não se lembra, isso também aconteceu quando terminei a leitura de "Ensaio sobre a cegueira", de José Saramago.
E por mais incrível que possa parecer, falarei sobre um filme cujo tema principal também envolve a visão humana. "I Origins", filme lançado em 2014, narra a história do Dr. Ian Gray, um jovem biólogo molecular que desenvolve uma pesquisa a respeito do olho humano e que acredita, acima de qualquer coisa, no poder da ciência. Um dia, ele encontra Sofi, os dois se apaixonam e é aí que tudo começa a mudar na vida de Ian.
Ouvi falar desse filme pela primeira vez em algum blog por aí (cujo nome não consigo lembrar), mas ao ler a postagem achei a opinião da blogueira meio confusa. Ela claramente tinha amado o filme, mas eu não consegui entender direito o por quê, então simplesmente deixei de lado a ideia de assisti-lo. Talvez eu faça o mesmo nesse texto, tente convencer vocês a darem uma chance ao filme, mas acabe fracassando miseravelmente em minha missão. Entretanto, como vocês sabem, quando eu amo algo eu preciso compartilhar, doa a quem doer.

E por mais incrível que possa parecer, falarei sobre um filme cujo tema principal também envolve a visão humana. "I Origins", filme lançado em 2014, narra a história do Dr. Ian Gray, um jovem biólogo molecular que desenvolve uma pesquisa a respeito do olho humano e que acredita, acima de qualquer coisa, no poder da ciência. Um dia, ele encontra Sofi, os dois se apaixonam e é aí que tudo começa a mudar na vida de Ian.
Ouvi falar desse filme pela primeira vez em algum blog por aí (cujo nome não consigo lembrar), mas ao ler a postagem achei a opinião da blogueira meio confusa. Ela claramente tinha amado o filme, mas eu não consegui entender direito o por quê, então simplesmente deixei de lado a ideia de assisti-lo. Talvez eu faça o mesmo nesse texto, tente convencer vocês a darem uma chance ao filme, mas acabe fracassando miseravelmente em minha missão. Entretanto, como vocês sabem, quando eu amo algo eu preciso compartilhar, doa a quem doer.

Bom, vou avisar logo que não darei mais nenhuma pista sobre o enredo, além do que já falei acima. Eu entrei às cegas (alerta de piadinha medíocre!!!) nessa história e aconselho que você faço o mesmo. O que você precisa saber a principio é que "I Origins" é, sim, um filme genial! Desde a história ao elenco, tudo é de uma qualidade tamanha e se encaixa tão bem que você fica presa a cada detalhe, mesmo que não entenda muito de ciência, que é outro ponto que torna o filme ainda mais interessante. Todos os estudos do Ian são explicados de forma tão convincente que você começa a acreditar que tudo aquilo poderia acontecer na vida real. Gosto de filmes assim, que te oferecem informações que possam sustentar as teorias dos telespectadores. Cada um termina o filme com uma conclusão diferente e algumas perguntas, mas sempre terá com o que sustentar tais opiniões.
Acho que todos já ouviram falar que "os olhos são a janela da alma" e eu sempre defendi muito essa ideia, afinal sou apaixonada por olhos. As pessoas hoje em dia não se dão mais ao trabalho de olhar nos olhos dos outros, acho isso tão esquisito. Afinal, um olhar diz tanto sobre alguém, não é mesmo? E é essa a ideia que "I Origins" desenvolve ao longo de quase duas horas de filme. O que seus olhos dizem sobre você? Que informações eles podem carregar?
O eterno embate entre a religião e a ciência também é tratado no longa, e de forma bastante original devo dizer. Não sei se consegui ser suficientemente convincente, mas acredito de verdade que esse é um filme que merecia ser mais conhecido, então estou apenas cumprindo meu dever e espalhando coisas boas por aí.
PS: Vale lembrar que quem for assistir não pode deixar de conferir a cena pós créditos.









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