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quarta-feira, 18 de março de 2015

I Origins

*Sim, eu estava em um congresso de Yoga no melhor spa da Grécia. 

Mais uma vez me deparei com uma obra tão grandiosa, e de uma beleza tão intrínseca, que eu provavelmente terei dificuldade em falar sobre. Para quem não se lembra, isso também aconteceu quando terminei a leitura de "Ensaio sobre a cegueira", de José Saramago.

E por mais incrível que possa parecer, falarei sobre um filme cujo tema principal também envolve a visão humana. "I Origins", filme lançado em 2014, narra a história do Dr. Ian Gray, um jovem biólogo molecular que desenvolve uma pesquisa a respeito do olho humano e que acredita, acima de qualquer coisa, no poder da ciência. Um dia, ele encontra Sofi, os dois se apaixonam e é aí que tudo começa a mudar na vida de Ian.

Ouvi falar desse filme pela primeira vez em algum blog por aí (cujo nome não consigo lembrar), mas ao ler a postagem achei a opinião da blogueira meio confusa. Ela claramente tinha amado o filme, mas eu não consegui entender direito o por quê, então simplesmente deixei de lado a ideia de assisti-lo. Talvez eu faça o mesmo nesse texto, tente convencer vocês a darem uma chance ao filme, mas acabe fracassando miseravelmente em minha missão. Entretanto, como vocês sabem, quando eu amo algo eu preciso compartilhar, doa a quem doer.

Bom, vou avisar logo que não darei mais nenhuma pista sobre o enredo, além do que já falei acima. Eu entrei às cegas (alerta de piadinha medíocre!!!) nessa história e aconselho que você faço o mesmo. O que você precisa saber a principio é que "I Origins" é, sim, um filme genial! Desde a história ao elenco, tudo é de uma qualidade tamanha e se encaixa tão bem que você fica presa a cada detalhe, mesmo que não entenda muito de ciência, que é outro ponto que torna o filme ainda mais interessante. Todos os estudos do Ian são explicados de forma tão convincente que você começa a acreditar que tudo aquilo poderia acontecer na vida real. Gosto de filmes assim, que te oferecem informações que possam sustentar as teorias dos telespectadores. Cada um termina o filme com uma conclusão diferente e algumas perguntas, mas sempre terá com o que sustentar tais opiniões.

Acho que todos já ouviram falar que "os olhos são a janela da alma" e eu sempre defendi muito essa ideia, afinal sou apaixonada por olhos. As pessoas hoje em dia não se dão mais ao trabalho de olhar nos olhos dos outros, acho isso tão esquisito. Afinal, um olhar diz tanto sobre alguém, não é mesmo? E é essa a ideia que "I Origins" desenvolve ao longo de quase duas horas de filme. O que seus olhos dizem sobre você? Que informações eles podem carregar?

O eterno embate entre a religião e a ciência também é tratado no longa, e de forma bastante original devo dizer. Não sei se consegui ser suficientemente convincente, mas acredito de verdade que esse é um filme que merecia ser mais conhecido, então estou apenas cumprindo meu dever e espalhando coisas boas por aí.

PS: Vale lembrar que quem for assistir não pode deixar de conferir a cena pós créditos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

rotaroots // 5 filmes para o Oscar da minha vida

*Esta postagem é um dos temas do mês de janeiro da blogagem coletiva/meme do rotaroots, grupo criado para trazer de volta os bons tempos ~a era de ouro~ da blogosfera, incentivando assim a produção de conteúdos criativos e autorais.

No último domingo, 22 de fevereiro, foi dia de Oscar lá nos Estados Unidos e eu, como viciada em cinema (especialmente americano), fiquei acordada até duas horas da manhã acompanhando a premiação, que esse ano foi apresentada pelo ator ~muso do meu universo~ Neil Patrick Harris. Apesar de eu ter falhado ridiculamente em minha missão de prever os vencedores de 2015, fiquei bastante satisfeita com as estatuetas que "Birdman ou (a inesperada virtude da ignorância)" e "O Grande Hotel Budapeste" receberam. Por falar nisso, se vocês ainda não assistiram esses dois filmes, assistam agora. Sim, isso é uma ordem!

Bom, para aproveitar essa vibe Oscar 2015 que ainda está no ar aqui em casa, resolvi fazer esse meme do rotaroots com os vencedores do Oscar da minha vida. Separei três categorias principais com os filmes que marcaram minha vida e que por mim levariam para casa um estatueta gigante cravejada de diamantes, corações e jujubas. 

MELHOR FILME:
"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"

Vocês conseguem imaginar como é difícil para mim escolher meu filme favorito? Eu com certeza consigo fazer uma lista com meus cinquenta filmes favoritos, mas escolher apenas um é quase impossível! Optei por "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" porque é um filme que me fez quebrar um preconceito muito grande que eu tinha/tenho com cinema francês. Sempre odiei filmes franceses, mas Amélie é minha exceção.


MELHOR ATRIZ:
Audrey Hepburn ("Bonequinha de Luxo")

Audrey Hepburn não é só minha atriz predileta, mas também um exemplo de ser humano que eu sempre tento ter em minha mente. "Bonequinha de Luxo" foi o primeiro filme que assisti com a Audrey e me apaixonei pela delicadeza da interpretação dela e também pelo filme, que é um clássico do cinema e que ganhou dois Oscars em 1962 por causa da belíssima trilha sonora e da faixa "Moon River" (a cena em que Holly canta essa música na janela é minha cena favorita do filme!).

MELHOR ATOR:
Ben Affleck ("Garota Exemplar")

Ben Affleck, assim como a Audrey, é um artista que eu admiro muito, muito mesmo! Amo todos os filmes dele. Atualmente estou obcecada por sua participação em "Garota Exemplar", filme baseado no livro de mesmo titulo escrito por Gillian Flynn. No filme Ben me presenteou mais uma vez com uma atuação nota cem. Claro que ele foi um pouquinho apagado pela estupenda atuação de Rosamund Pike, mas mesmo assim ele está incrível. Ah! Aconselho que leiam o livro antes de assistir o filme e fugam de spoilers.

MELHOR TRILHA SONORA:
Awesome Mix Vol. 1, de "Guardiões da Galáxia", e Trilha sonora de "Warm Bodies"

Sou daquele tipo de pessoa que assiste filmes prestando bastante atenção nas músicas que tocam ao longo da história. Não sei quantas trilhas sonoras tenho aqui no meu computador e por causa delas estou sempre descobrindo novos artistas e músicas muito boas. Assim que assisti "Guardiões da Galáxia" fiquei obcecada pela Awesome Mixtape e fiquei saltitante de felicidade quando descobri que ela de fato existia e estava disponível para download \o/ E vou trapacear um pouco e dividir o prêmio de melhor trilha sonora com  "Warm Bodies" (me recuso a pronunciar o titulo brasileiro desse filme!) também porque é boa demaaaais e o filme é um dos meus favoritos. Podem me julgar!

MELHOR DIRETOR:
Richard Linklater ("Antes do Amanhecer")

Meu diretor favorito. Sim, assisto qualquer coisa dirigida pelo Richard Linklater! Vocês não tem noção do quanto torci para que ele ganhasse o Oscar esse ano. Não é novidade para ninguém o quanto eu gostei de "Boyhood" e acho que o filme é tão bom por culpa do Richard. Escolhi "Antes do Amanhecer" porque foi como eu conheci o trabalho dele e porque é um filme que eu gostaria que todo mundo assistisse. O Richard tem um capacidade incrível de abordar sentimentos de maneira realista em seus filmes. Em "Antes do Amanhecer", por exemplo, ele narra a história de um casal de uma maneira que você fica com aquela sensação de que, sim, isso poderia acontecer com qualquer um. Nada de romance idealizado! Foi um filme que eu assisti em um momento difícil e me ajudou muito.

E esses foram os vencedores do Oscar da minha vida! Indico todos os filmes aqui citados e gostaria de saber se vocês já assistiram algum deles ou se eles entrariam na lista de vocês. Que filmes entrariam no Oscar da vida de vocês?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

laggies

"O que eu quero ser quando eu crescer?" Essa foi uma pergunta que eu já me fiz por diversas vezes ao longa da vida e, bom, após quatro anos cursando uma faculdade de Letras tenho que confessar que ainda não sei bem como responder. Muitos recorrem ao bom e velho "quero ser feliz", mas eu nunca respondi isso porque além de achar que felicidade eterna não existe, acho que se ela existisse eu não iria querê-la, acho que seria bem entediante. Então acho que eu poderia dizer que quero "fazer a diferença na vida das pessoas", que é o que eu normalmente respondo quando as pessoas me perguntam coisas do gênero, mas recentemente comecei a imaginar se é necessário ter um talento/dom para trabalhar com pessoas ou se só os meus quatro anos de faculdade me preparam (ou deveriam ter me preparado) para isso (o que acho que não aconteceu). De qualquer forma, eu não me sinto pronta.

Como sempre estou divagando, eu sei, eu sei. O foco do texto de hoje é, na verdade, um filme para lá de bom que assisti essa semana e que me fez ter cólicas no cérebro (isso existe?) de tanto que eu fiquei refletindo sobre ele depois de ter assistido porque ele é na verdade minha biografia não autorizada. Sério.

"Laggies", filme estrelado pelas lindas Keira Knightley e Chloe Grace Moretz, foi lançado lançado em 2014 (nos EUA) e conta a história de Megan, uma mulher, com seus vinte e poucos anos, que parece muito disposta a "crescer". Meg, diferente de suas amigas, não está interessada em tomar decisões de adulto, como procurar um emprego estável, casar ou ter cinco filhos. Então para fugir das escolhas que deveria tomar ela tem a incrível ideia de passar uns dias na casa de Annika, uma adolescente que ela acabou de conhecer.

Viram só como estou ficando boa nesse negócio de explicar o enredo das coisas? Fiz até uma sinopse decente. E sem ajuda do Google, gente! Mas, ei, foco, Danniele. O filme! Trata-se de uma produção simples, com diálogos interessantes, mas não muito complexos o que faz com que a história posso ser apreciada (ui!) tanto por adolescentes, quanto por adultos. O elenco é fantástico *clap, clap, clap* Amo filmes  em que a atuação dos atores é uma das melhores partes da coisa toda (um outro bom exemplo: o indicado ao Oscar, "Boyhood"). 

Outro ponto interessante é como o filme trabalha bem a questão do amadurecimento. Como eu disse no começo do texto, e muitos já devem ter percebido isso, eu sou cheia de nóias e minha fase adulta sempre foi uma dessas nóias. O que acontece é que eu realmente acho que não aproveitei muito bem minha adolescência e de acordo com o "senso comum" esse é o único momento em que você está autorizado a cometer loucuras, erros, ser idiota e todas essas coisas divertidas. Bom, eu não fiz isso e agora acho que daqui pra frente só tenho que acertar, acertar e acertar, não tenho mais autorização para ser idiota. Um emprego para a vida inteira, uma apartamento para vida inteira, um relacionamento para a vida inteira. Decisões, decisões, decisões! Então, rolou uma identificação com a Meg porque acho que ela sou eu, sabe? O pai dela é o meu pai e a mãe dela é a minha mãe. E o Craig (outro personagem do filme) é quem eu quero ser, porque ele é um exemplo perfeito de que você pode ser adulto e se divertir, ou ser idiota, da forma que você gosta. 

Se me deixassem, provavelmente eu ficaria aqui falando sobre "Laggies" a vida inteira. Virou um dos meus filmes prediletos do ano já! Quero assistir novamente e forçar algumas amigas minhas a assistiram também. 

PS: Pessoal estou aqui pensando com meus botões... acho que vou criar um vlog sobre livros. O que vocês acham?

sábado, 24 de janeiro de 2015

men, women and children

AVISO: esse é mais um daqueles textos que não sei dizer se foi eu que escrevi ou se ele que se escreveu. É mais uma daquelas dicas que costumo dar sobre algo que eu gostei tanto que quero que o mundo inteiro conheça e ame. Sim, meus caros, eis aqui mais um daqueles longos e confusos devaneios que geralmente terminam comigo implorando para que vocês deem uma chance ao meu objeto de afeição.

Dia dessas estava envolvida em um tédio gigantesco e fiz algo que toda pessoa normal no século XXI faz quando está entendiada (ou até mesmo quando não está tão entediada assim): peguei meu computador e comecei a visitar sites aleatórios na web. Até que, finalmente, me deparei com algo peculiar. Esse "algo" é, na verdade, um certo filme com um certo ator que fez outro certo filme sobre amor e câncer, que foi inspirado em um certo livro de um dos meus autores prediletos, ou seja, não pensei duas vezes e fui correndo baixar.

Com o título "Men, Women and Children" o filme traz como premissa um tema com o qual muitos telespectadores podem se identificar: a relação familiar em um mundo governado por computadores. Desde uma mãe controladora, que acredita ser capaz de vigiar todos os movimentos da filha no mundo virtual, até um casal que encontra na internet refúgio para fugir de um casamento desgastado, o longa mostra de forma bastante realista os efeitos do mundo virtual em nossa sociedade, especialmente na vida dos jovens, que são os que se encontram mais próximos desse mundo. Seria de fato o mundo virtual um outro mundo? E se assim for, há alguma possibilidade desses dois mundos conviveram harmonicamente?

O longa conta, como já dito ~subliminarmente~ no inicio desse texto, com o maravilhoso Ansel Elgort (o Gus, de "A Culpa é das Estrelas") no elenco, e  só isso já era razão suficiente para que eu assistisse ao filme, e também com atores já conhecidos como Adam Sandler e Jennifer Garner. Apesar de ODIAR o Adam Sandler, sua atuação no filme está até satisfatória, mas graças a Deus o personagem dele não tem tanto destaque no filme. Já a Jenni (amiga íntima) eu sempre amei e não me decepcionou nem um pouco. Além do elenco de qualidade, vale ressaltar a grandeza do roteiro e da fotografia do filme.

Acho que vocês já sabem como aprecio produções que me levam a uma reflexão profundo e fico feliz em informar que "Men, Women and Children" me proporcionou isso. Fiquei pensando por horas e horas em como algumas vezes estamos tão habituados com algo que nem percebemos como aquilo está nos afetando e afetando às pessoas ao nosso redor. Pensei também em como tudo na vida tem duas caras, assim como as moedas, e saber que lado utilizar requer responsabilidade e conhecimento, que muitas vezes nem os adultos possuem.

Bom, devo alertar que o filme não é nenhuma grande produção hollywoodiana, não foi indicado ao Oscar, não promete demais, mas deixa uma mensagem: apesar de suas dores e desafios, nada se compara a vida real.

domingo, 4 de janeiro de 2015

15 filmes para assistir em 2015

Ano novo começando e com ele vem chegando todas aquelas listas de coisas a serem feitas, ações a serem tomadas, livros a serem comprados e blablabla. Creio que já falei aqui (na postagem sobre o Natal provavelmente) que sou uma grande entusiasta dessa prática de criar listas e metas para o ano, por isso resolvi hoje colocar no papel ou, melhor dizendo, no blog uma dessas listas.

Como cinéfila assumida, sempre estou de olho nos lançamentos da indústria cinematográfica  e muitas vezes fico angustiada de ansiedade por certos filmes. 2015, especialmente, promete me fazer morrer com cólicas de ansiedade. Para vocês terem uma ideia, escolher apenas 15 filmes pelos quais estou aguardando foi uma das tarefas mais difíceis da semana. 

Sem mais delongas, vamos a lista!


15. The Longest Ride - 16 de abril de 2015 (nos EUA) 

Aos 91 anos, com a saúde debilitada e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um acidente de carro e se vê abandonado em um lugar isolado. Ele luta para manter a consciência e passa a ver sua amada esposa Ruth, que faleceu há nove anos. A poucos quilômetros de distância, a bela Sophia Danko conhece o jovem cowboy Luke, que a apresenta a um mundo de aventuras e riscos. De forma inesperada, os dois casais vão ter suas vidas cruzadas.

Por quê? Eu sou uma daquelas fanáticas pelas historias do Nicholas Sparks. Já li alguns livros, assisti todos os filmes e esse, especialmente, não perco por nada. Amo o casal protagonista!

14. Homem-Formiga  - 16 de julho de 2015 (nos EUA) 

Dotado com a incrível capacidade de diminuir em escala mas crescer em força, o vigarista Scott Lang (Paul Rudd) precisa assumir o lado heroico e ajudar seu mentor, Dr. Hank Pym (Michael Douglas), a proteger os segredos por trás do espetacular traje do Homem-Formiga de uma nova geração de ameaças. Contra obstáculos aparentemente intransponíveis, Lang e Pym precisam planejar e realizar um assalto que salvará o planeta.

Por quê? Paul Rudd. Super herói. Marvel. Para que mais razões?

13. Cinquenta Tons de Cinza - 12 de fevereiro de 2015

Anastasia Steele (Dakota Johnson) é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Uma dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey (Jamie Dornan). Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey.

Por quê? Por favor, não me julguem, mas eu meio que tenho uma queda por essa história. É o meu guilty pleasure e sem dúvidas serei uma das primeiras na fila para conferir o filme que com certeza será melhor que o livro.

12. Cinderela - 2 de abril de 2015

Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino.

Por quê? Cinderela é meu conto de fadas predileto. Em minha opinião, nenhum filme nunca superará a versão de 1998 com Drew Berrymore, mas sinto cheiro de coisa boa em um filme que conta com Elena BC no papel da fada madrinha e Richard Madden como príncipe.

11. O Destino de Júpiter - 5 de fevereiro de 2015

Jupiter Jones (Mila Kunis) é a descendente de uma linhagem que a coloca como a próxima ocupante do posto de Rainha do Universo. Sem saber disto, ela segue sua vida pacata trabalhando como empregada doméstica nos Estados Unidos, país onde vive após deixar a Rússia. Um dia, ela recebe a visita de Caine (Channing Tatum), um ex-militar alterado geneticamente que tem por missão protegê-la a todo custo e levá-la para assumir seu lugar de direito.

Por quê? Já perceberam que adoro um filme de ação, não é? E se tiver Channing Tatum envolvido, melhor ainda.