sábado, 9 de janeiro de 2016
broken hearted girl
terça-feira, 20 de outubro de 2015
maybe we'll find a brand new ending

Ela era dona do coração mais puro que este mundo já teve a oportunidade de conhecer.
Imagine então o tamanho de sua surpresa ao notar que em algum momento, no meio do caminho, ao virar uma esquina (não lembro exatamente qual esquina, pois esse é um mundo cheio de esquinas) ela notou que a fé não mais caminhava ao seu lado. A fé havia dado meia volta e seguido outro rumo, outra direção. E o que aconteceu com a menina de mil e uma cores quer perdeu a fé?
domingo, 18 de outubro de 2015
look for the girl with the broken smile

sábado, 18 de abril de 2015
for you I’d leave it all

Ela deixou de ser tudo o que era para se tornar tudo o que ele precisava. Escondeu suas tatuagens, marcas da sua vida, marcas da sua história, para viver através da sombra de alguém. Ela apagou sua personalidade e se tornou apenas cinza da fogueira que um dia foi. Se ela apenas soubesse, se ela apenas soubesse que não precisava mudar nada para ser tudo o que eu mais amava. Tudo o que eu mais amava era só ela, ela e todos os defeitos, ela e sua obsessão por café da manhã. Entretanto ela optou por continuar a se rebaixar e a acatar cada desejo obscuro e pitoresco dele, enquanto eu simplesmente assistia a queda de um anjo. Um anjo que perdia suas asas cada vez que optava por se calar ao invés de se expor, um anjo que por ser apenas um ser humano estava condenado a ter a liberdade de escolher. A terrível liberdade de escolher. Tolos são os que pensam que escolher é pura dádiva. Não, escolher também é maldição para quem não sabe ou não aprendeu a lidar com as consequências de seus atos. É como aquela velha frase sobre o efeito que o bater das asas de uma borboleta pode ter em algo que está acontecendo nesse exato momento no Japão. Suas escolhas te afetam, suas escolhas me afetam. É uma grande responsabilidade, eu sei disso, mas você não sabia. Você deixou de viver e passou a ocasionalmente sobreviver. Passou a sobreviver de migalhas de atenção, quando havia alguém que teria te oferecido um banquete de amor. Oportunidades. Escolhas. Todos os erros que te trouxeram até aqui. O momento da ruptura. O momento em que o seu passado e o seu futuro colidem-se e quem você era se sobrepõe a tudo o que você poderia ser. Eu apenas... Apenas não gostaria de estar aqui presenciando o fim do maior sonho que já ousei sonhar.
terça-feira, 24 de março de 2015
starting from zero we've got nothing to lose

domingo, 8 de março de 2015
it was love at first sight

quinta-feira, 5 de março de 2015
a four letter word

Eu sempre tive medo, desde que me entendo por gente. Não consigo lembrar de uma única época da minha vida em que esse sentimento não existiu. Medo de altura, de escuro, de elevador, de atravessar a rua e, o pior de todos, medo de mim mesma. Eu não sou confiável. Nunca me permiti ter grandes sonhos, por que, afinal de contas, de que servem sonhos nas mãos de alguém que possui a habilidade de destruir qualquer coisa que toca? Por isso, decidi não mais sonhar. O medo me prendeu. Me prendeu a pessoas erradas, a caminhos tortuosos e, principalmente, a escolhas precipitadas que me levaram rumo a abismos. Abismos nos quais eu me perdi, abismos nos quais eu decidi ficar.
Medo, meu mais fiel companheiro. Até você aparecer.
Muitos dizem que devemos nos amar primeiro para que outras pessoas possam nos amar. E eu, que sempre achei que isso fosse verdade, havia aceitado que não havia uma saída para mim. Eu só sentia medo, não conhecia nenhum outro sentimento. Era só medo, medo, medo.
Mas então você abriu uma brecha, você deixou a luz entrar, um pouquinho mais a cada dia, e você me estendeu a mão. Não daquele jeito dominador, colocando todos os dedos para trabalhar de uma só vez. Não, com você as coisas sempre são diferentes. Você me estendeu um dedo de cada vez. E enquanto eu estava ali sendo resgatada do fundo do poço, você sorriu para mim, sorriu com todo o corpo, mas principalmente com os olhos. E você me disse que não tinha problema ter medo, e que eu podia confiar em você. Então eu te segui. E foi como seguir uma chuva de estrelas cadentes. Um pingo de cada vez. Uma palavra de cada vez. Um toque de cada vez.
Você foi paciente. Você esperou por mim. Esperou que eu te desse uma chance e eu, por mais estranho que possa parecer, te dei. Você aproveitou a oportunidade e enquanto eu te ofereci apenas um abraço, você me ofereceu "algo mais". Eu não sabia o que era, só sabia que era mais. Aquilo era maior do que o meu medo, maior que qualquer sensação que eu já havia sentido. Como aquilo conseguia caber dentro de mim? Era muito, mas era bom. Era quase confortável. Foi tanto, que não sobrou nada para alimentar o medo. O medo definhou, ficou só amor.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
conversa de elevador

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
what if I'm not what you think I am?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
sobre o direito de chutar o pau da barraca e falar palavrão

terça-feira, 27 de janeiro de 2015
rotaroots // das coisas que eu sempre quis dizer (mas nunca disse)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
I remember it well

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
why'd you have to wait to find me?

domingo, 28 de dezembro de 2014
we're better together

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
some kind of sign
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
i’m not gonna try

domingo, 14 de dezembro de 2014
the lost letter

Então ouço grito vindos da sala. Eles chegaram. O momento passou. A vida segue e eu volto a esperar pela próxima segunda-feira.
sábado, 13 de dezembro de 2014
need ur luv

Se ela te disser que dois mais dois são vinte e sete, você provavelmente deve concordar. Poupar discussões é um bom meio de facilitar a sua vida e a dela. A receita é simples: você escuta, fala, beija, abraça, cai, levanta e de vez em quando faz pirraça. Mas, por favor, não a machuque, não a deixe cair. Se isso acontecer, eis um conselho: esteja lá para segurar sua mão, assim como ela estará lá para você. As brigas vão surgir, sexo de reconciliação é incrível, mas lembre-se que ele deve ser usado com moderação para não virar rotina ou coisa banal. Doce demais enjoa, amargo demais entristece. Saibamos pois ser na medida. Saibamos aproveitar as deixas, as horas certas.